domingo, 20 de novembro de 2011

A sabedoria da mudança (O início_1)

Nem sempre o que vivemos é de fato para ser vivido, escolhas fazem novos caminhos, sensações em vez de razão, o corpo pede alma, pede paz, pede amor, nada como um pouco do prazer da loucura para satisfazer toda essa emoção humana intríseca no esqueleto, entrelaçada entre as costelas da repressão social, na moral da sociedade tão hipócrita quanto seus cidadãos escarrados de verdades utópicas, insatisfeitos valores, infinita indeterminação e determinação entre bom e o ruim.
- Óh grandes! Meus grandes... Grandes almas vazias! Aprisionados por uma prisão elegida pela sua própria razão. Razão que não sabe o que se dá para compreender mudanças com o tempo, a moral não ensina fábulas vividas, como a preciosidade gentileza do viver.
Sátiras! Nada mais importa no mundo da perseguição, decepções milenares são deixadas honrosamente aos falsos idealistas comprados pelo tumor social..heranças inagualáveis de pré-conceitos e preocupações fúteis para a geração dos que não se importam. Mudar , mudar , mudar, mundanas mudanças. 
Medo imposto!
 Deixe a emoção agir sobre a razão!Odeie a covardia do medo!

(...CONTINUA)




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